Wigliani Soluções Criativas

Neste blog você encontrará conteúdo sobre Soluções Criativas nas áreas de Inovações Tecnológicas, Ferramentas Digitais Interativas, Jogos, Dinâmicas e Intervenções para o mercado corporativo de comunicação, treinamento e desenvolvimento profissional.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Especialistas do IEEE prevêem 12 tendências de consumo relacionadas à tecnologia para 2012 na CES

A Conectividade constante, a Nuvem e a Consumerização da TI mudarão a forma como trabalhamos, nos divertimos e vivemos


O IEEE, a maior associação profissional técnica do mundo, vai além do marketing na feira Consumer Electronics Show (CES), a ser realizada na próxima semana, e destaca as 12 principais tendências de consumo relacionadas aos eletrônicos em 2012, segundo definição dos mais importantes especialistas técnicos do IEEE.



O IEEE e seus especialistas discutirão essas tendências no estande número 35883 da CES e na página do IEEE no Facebook, em: http://www.facebook.com/ieeeorg, que também apresentará discussões em vídeo diretamente da feira.



1. Aprimorando as conexões – O conceito de uma sociedade totalmente conectada mudará a forma como as pessoas trabalham, pensam e vivem. Se a tecnologia puder ser conectada, ela será. A conectividade onipresente e ininterrupta será o próximo passo, prevê o Dr. Henry Samueli, membro do IEEE, CTO da Broadcom Corporation e palestrante da IEEE International Conference on Consumer Electronics (ICCE) de 2012, realizada em conjunto com a CES. Segundo o Dr. Samueli, isso significa o aprimoramento das operações comerciais globais com o compartilhamento de dados em tempo real baseado na nuvem e o acesso transparente a informações e entretenimento em nossas casas e nossos carros. Os avanços nos sensores miniaturizados trarão ainda mais aprimoramentos a esse mundo conectado, quando poderemos monitorar nossa saúde e nosso meio ambiente em tempo real, criando infinitas novas oportunidades para modelos inovadores na área da saúde.



2. Um ponto de inflexão para o entretenimento de vídeo na Web – O vídeo em fluxo baseado na Web nos televisores está cada vez mais popular entre os consumidores mas, em 2012, os EUA atingirão um ponto de inflexão quando haverá outros usuários além dos amantes da tecnologia e dos pioneiros das TVs com Wi-Fi, diz Richard Doherty, membro sênior do IEEE. A ascensão pode ser creditada à ampla disponibilidade dos dispositivos com capacidade de vídeo. Doherty prevê que, até o final de 2012, cerca de 50 por cento dos lares nos EUA e 35 por cento dos lares canadenses assistirão a vídeos da Internet em telas de TV grandes (de 24 polegadas ou mais) a partir de dispositivos incorporados com capacidade de vídeo IP ou de complementos como consoles de videogame, Blu-ray players ou players de mídia da Internet.



3. A tecnologia de monitoramento de pacientes chega até as casas – A tecnologia avançada de monitoramento da saúde finalmente estará disponível para uso residencial e não apenas em clínicas e hospitais, diz o membro do IEEE, Stuart Lipoff. Esses novos dispositivos permitirão que os consumidores assumam o controle de sua própria saúde, encontrando maneiras de otimizar seu tratamento para reduzir os custos. Novos sistemas de monitoramento de pacientes, hoje disponíveis apenas em hospitais, serão alimentados por baterias e portáteis o suficiente para serem transportados como um telefone celular. Esses dispositivos vão monitorar e comunicar sinais vitais para os médicos, poupando, para os pacientes, as demoradas e caras viagens até o hospital.



4. Convergência de tecnologias de rede doméstica – O número de dispositivos em rede que os consumidores possuem está crescendo exponencialmente, incluindo celulares e tablets. Ao mesmo tempo, o associado do IEEE Oleg Logvinov diz que os consumidores esperam que seu conteúdo possa ser facilmente acessado – e estar protegido – entre todos esses dispositivos. Como resultado, começaremos a ver uma nova casta de dispositivos plug-and-play simples, capazes de encontrar todas as conexões de rede disponíveis assim que forem ligados, e as próprias redes se tornarão mais inteligentes para que a qualidade de serviço certa seja entregue em todas as conexões, com o mínimo de consumo de energia.  De acordo com Logvinov, essas inovações são possíveis porque estamos vendo novas tecnologias no setor de semicondutores que integram, com economia, muitas tecnologias de rede diferentes em um único chip.



5. Aprimorando o armazenamento de longo prazo com a cerâmica – Os arquivos digitais não podem durar pra sempre. Fotos da família, músicas e outras informações arquivadas têm uma vida limitada nos atuais dispositivos de armazenamento. No entanto, o membro sênior do IEEE Tom Coughlin diz que veremos novos avanços em tecnologias de disco rígido no ano de 2012. Com os dispositivos de armazenamento que gravam dados em cerâmica, as informações armazenadas poderão durar até 1.000 anos.



6. A consumerização da TI segue seu rumo – O Dr. Nahum Gershon, membro sênior do IEEE, diz que a influência da tecnologia doméstica sobre as decisões de tecnologia comercial continuará aumentando em 2012. Segundo o Dr. Gershon, que se apresentará na International Conference on Consumer Electronics (ICCE) de 2012, a consumerização da TI levará as empresas a fornecer mais acesso a redes e aplicativos de mídia social e também a disponibilizar mais dispositivos móveis, como tablets, para seus funcionários cada vez mais ligados em tecnologia. Um exemplo recente é o aumento do uso dos aplicativos de bate-papo com vídeo, como o Skype, para conectar profissionais empresariais que trabalham em regiões diferentes, diz Gershon. Em 2012, ele prevê que as pessoas começarão a usar tablets e smartphones com aplicativos de localização geográfica para informar a seus colegas onde estão trabalhando (por exemplo, no escritório ou remotamente).



7. Aparelhos eletrônicos de consumo como um serviço – Em 2012, os fabricantes de aparelhos eletrônicos combinarão de forma mais ampla seus dispositivos com serviços, aplicativos e conteúdo fornecidos aos consumidores por meio de um servidor remoto online (ou seja, a nuvem). Os aplicativos para os telefones Apple iPhone e Android são exemplos atuais bastante conhecidos, mas o membro do IEEE Stuart Lipoff prevê que haverá mais dispositivos, como a Apple TV e as TVs conectadas à Internet, extraindo conteúdo e serviços, como email, calendários ou catálogos de endereços, que são mantidos em servidores remotos. Segundo Lipoff, os consumidores encontrarão dispositivos mais baratos e com uma vida útil mais longa da bateria, porque a tributação de funções de hardware, como armazenamento e potência de computação, incidirá na nuvem em vez de nos próprios dispositivos.




8. As invasões a smartphones aumentarão em 2012 – John McCanny, membro do IEEE, prevê que a segurança móvel será um problema cada vez maior, devido à convergência das arquiteturas móveis, aos celulares que vêm se tornando a plataforma Web dominante e ao número cada vez mais alto de usuários móveis. Na verdade, 2012 verá um rápido crescimento no malware móvel, dada a preferência cada vez maior dos consumidores pelo acesso à Internet a partir de dispositivos móveis como smartphones e tablets. As empresas também ficarão vulneráveis, à medida que os profissionais exigem cada vez mais o acesso a redes corporativas a partir de seus dispositivos pessoais, aumentando os riscos de ataques cibernéticos e da espionagem cibernética.

9. Os desastres naturais elevam os preços dos aparelhos eletrônicos de consumo – O setor eletrônico está sentindo o impacto dos desastres naturais, já que a inundação da Tailândia parou instalações de manufatura, levando à redução do fornecimento de unidades de disco rígido (HDs), um componente essencial de tudo, desde DVRs a consoles de videogame e laptops. Segundo Tom Coughlin, membro sênior do IEEE, as ramificações dessa escassez serão sentidas mesmo em 2012, e os custos de produção subirão muito a curto prazo. Só no quarto trimestre de 2011, houve um déficit de 60 a 70 milhões de unidades em relação à demanda prevista. Em 2012, o déficit total será de 120 a 150 milhões de unidades em relação à demanda, de acordo com um estudo realizado pela empresa de consultoria em armazenamento de dados Coughlin Associates.

10. As empresas privadas, e não o setor militar, liderarão as grandes inovações em tecnologia – Radares, satélites, o GPS, a Internet – a pesquisa militar tem sido a força motriz por trás de algumas das mais importantes inovações em tecnologia da história. Isso será bem menos comum daqui por diante, segundo a previsão do membro sênior do IEEE Nahum Gershon. As empresas privadas começarão a desempenhar um papel cada vez mais importante no desenvolvimento de tecnologias de ponta e de produtos que vão mudar a forma como as pessoas e empresas pensam e funcionam.




11. Veículos que aumentam a conscientização dos motoristas sobre os arredores – Os consumidores começarão a ver mais veículos capazes de monitorar seus arredores e de avisar os motoristas sobre sinais de trânsito, pedestres, outros veículos e mudanças de faixa, afirma o membro sênior do IEEE Alberto Broggi, que viajou em um carro sem motorista da Itália até a China em 2010. Cada vez mais carros aplicarão sensores avançados para permitir que os veículos detectem e avisem os motoristas sobre quaisquer paradas imediatas ou perigos à frente do veículo, o que pode significar uma redução da probabilidade de acidentes automobilísticos.



12. A geração automatizada de metadados torna o conteúdo pessoal mais útil e disponível – Informações sobre informações é algo que pode soar redundante, mas permitir que os dispositivos agreguem automaticamente e gerem dados tais como localização e marca de data e hora pode melhorar consideravelmente a forma como os consumidores gerenciam e protegem suas fotos, seus vídeos e suas músicas. Em 2012, segundo o membro sênior do IEEE Tom Coughlin, veremos novos dispositivos, como câmeras que gerarão automaticamente informações sobre metadados para todas as fotos e vídeos a partir do dispositivo.


“O IEEE é o lar profissional natural dos tecnólogos que trabalham na área de eletrônicos de consumo”, disse Gordon Day, presidente e CEO do IEEE.  “O IEEE Consumer Electronics Society é uma das principais sociedades profissionais da área.  Dezenas de milhares de membros do IEEE trabalham em tecnologias que estão relacionadas aos eletrônicos de consumo.”


Para obter mais informações sobre o IEEE ou para falar com um de deus membros sobre tendências dos eletrônicos de consumo para 2012, contate: ieeeteam@webershandwick.com. Ou visite o estande número 35883 da CES no South Hall 4.


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Sobre o IEEE



O IEEE, a maior associação profissional técnica do mundo, dedica-se ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade. Por meio de suas altamente renomadas publicações, conferências, padrões de tecnologia e atividades profissionais e educacionais, o IEEE é a voz confiável em uma ampla variedade de áreas, desde sistemas aeroespaciais, computadores e telecomunicações até engenharia biomédica, fornecimento de eletricidade e aparelhos eletrônicos de consumo. 

Para mais informações, acesse: http://www.ieee.org.





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terça-feira, 6 de março de 2012

Abraps realiza encontro com David Gershon, autoridade mundial em mudanças de comportamento

A Abraps - Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade, realiza a primeira edição do Ampliar, ciclo de palestras e debates organizado pela associação para discutir sobre a sustentabilidade e o profissional do setor, que contará com uma palestra de David Gershon, autoridade mundial em mudanças de comportamento, empoderamento de comunidades e transformações de grandes sistemas, autor do livro Social Change 2.0 e do projeto Cool City Challenge, dia 8 de março, quarta-feira, às 19h, na rua Dr. Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana, São Paulo, SP.

Com o tema “Empresas evoluem da Sustentabilidade para o Engajamento Sustentável. Qual o seu papel nesse movimento?”, Gershon vai abordar, entre outros assuntos, o papel de cada indivíduo dentro desse novo paradigma de engajamento sustentável.

O evento será transmitido ao vivo pelo link: http://bit.ly/sustentalabTV.
                       
Serviço:
Data: 08/03
Horário: 19h
Local: ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing – Auditório: Renato Castelo Branco
Endereço: Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana – São Paulo - SP
Inscrições: contato@abraps.org.br, até o dia 7 de março

EVENTO GRATUITO / VAGAS LIMITADAS

Atenção: a palestra será em inglês, sem tradução simultânea.
                                         
Sobre a Abraps
A Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade foi criada com o objetivo de representar, conectar e fortalecer a atuação do profissional de sustentabilidade, responsabilidade social corporativa, cidadania corporativa e investimento social privado, entre outras. Para quem quer acompanhar as novidades, hoje a Abraps tem um grupo no Linkedin, o Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade http://migre.me/3StSs, um blog (http://abraps.blogspot.com) e Twitter (@abraps).

Informações para a imprensa:

Oficina da Comunicação Integrada – Assessoria de comunicação da
Abraps - Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade
(11) 2275-0833 / 9210-8191
Atendimento e coordenação

domingo, 4 de março de 2012

OS BENEFÍCIOS DA GESTÃO DO CONHECIMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES

OS BENEFÍCIOS DA GESTÃO DO CONHECIMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES
Por Sonia Wada*

Imagem Divulgação
Sonia Wada é diretora-presidente da SBGC
 
Práticas de gestão do conhecimento não são apenas modismos da administração moderna. Não é de hoje que as empresas já a utilizam como ferramental de capacitação profissional. Temos inúmeros exemplos de mestres que passam os ofícios de sua profissão a seus aprendizes, desde os grandes mestres da arte como Da Vinci ao um simples carpinteiro em sua oficina rudimentar.

A economia mundial já viveu vários ciclos marcados pelas revoluções Agrícola e Industrial e, mais recentemente, pela Revolução da Informação. Na Revolução Agrícola, o poder político e econômico baseava-se na posse da terra. Já na Revolução Industrial, o determinante era o capital financeiro. Nela, passamos pela eras da produção em massa, da eficiência, da qualidade, da competitividade. Agora, em plena Era da Informação o que pesa é o conhecimento.

O saber e o aprender sempre foram as molas propulsoras da humanidade. Dados, informações e conhecimentos sempre existiram em todas as organizações, sejam elas do primeiro, segundo ou terceiro setor. O que há de novo nesse processo é entender o conhecimento como capital intelectual ativo das instituições. Saber geri-lo, conservá-lo, disseminá-lo, combiná-lo, criar e aplicar o conhecimento é fundamental para obter sustentabilidade e vantagem competitiva, por meio de melhorias, inovação e aumentando a qualidade de vida das pessoas, nesse mundo de constantes mudanças. Por isso é necessário que os gestores estejam abertos à criação de um ambiente favorável ao apoio de práticas que levem à formação de mais conhecimento, permitindo a captura e o filtro desse saber por meio de processos, métodos, práticas, ações e de sistemas internos de compartilhamento entre seus parceiros.

A grande questão é: onde está armazenado todo esse conhecimento? Ele está em toda parte, na cabeça das pessoas. É o conhecimento tácito, ou seja, aquele que foi formado pela vivência e pela interpretação e pela aplicação constante de dados e informações. Como transformar esse saber em conhecimento explícito, aquele que pode ser formalizado, armazenado, transportado, utilizado e mensurado? Somente com o gerenciamento de todo esse capital intelectual coletivo. Daí a necessidade da gestão do conhecimento!

Com a velocidade das transformações e a atual complexidade dos desafios, ganhar longevidade nesse mercado inconstante não é tarefa fácil. Empreendimentos públicos e privados devem antecipar suas estratégias aos fatos, precisam ser pró-ativos em suas decisões e reinventar-se a cada dia.

O que garante a segurança na tomada de decisões é a disponibilidade de todas as informações e conhecimentos possíveis. Quando esse capital intelectual está inacessível, disperso ou desorganizado, o futuro torna-se temeroso, incerto. A gestão do conhecimento veio em auxílio dos empreendedores no desenvolvimento de soluções relacionadas à competitividade e inovação nas empresas.

O cerne da gestão do conhecimento é justamente preocupar-se com a organização do conhecimento humano para que esse possa ser usado de maneira inteligente, gerando mais valor e aumentando o desempenho e a vantagem competitiva. Cabe à GC (Gestão do Conhecimento) criar, identificar, recolher, organizar, armazenar, integrar, partilhar, difundir, transferir, socializar, usar e explorar toda informação, filosofia, política, cultura, valores, normas, procedimentos, rotinas, processos, práticas e experiências dos colaboradores.

Muitos profissionais, com seus saberes individuais, deixam de trocar experiências entre si, impossibilitando o encontro de soluções na base da pirâmide e impedindo a implementação de uma boa gestão do conhecimento. Apoiada na participação ativa da alta administração, a GC coloca todos trabalhadores em contato constante, criando comunidades de aprendizado mútuo, disponibilizando a informação, na hora e no lugar acessível para cada necessidade, evitando retrabalho e sem duplicidade de esforços.

A gestão do conhecimento estimula os indivíduos a buscarem e compartilharem seu capital intelectual, de acordo com suas habilidades, por meio de ferramentas criadas para esse fim como, por exemplo, redes internas, portais, conversas informais, grupos de trabalho, lições aprendidas, comunidades de práticas, assistência a colegas, análise de rede social, colaboração em rede, narrativas, educação corporativa, inteligência nos negócios, processo de criação e inovação e gestão de intangíveis. O resultado se materializa na aplicação desses saberes cotidianos no ambiente de trabalho.

Os benefícios são inúmeros tanto para a pequena empresa como para as gigantes multinacionais e até governos e o melhor: está disponível para qualquer tipo de empreendimento. Basta vontade de crescer e aprender sempre. Em primeiro lugar, as instituições ganham agilidade e mais capacidade de resposta aos problemas imediatos, tornam-se mais competitivas e rentáveis. Os trabalhadores, por sua vez, sentem-se valorizados e motivados. Isto aumenta o seu rendimento produtivo, auxilia no desenvolvimento de competências e facilita a comunicação entre os pares. Esses perdem o medo natural de compartilhar ideias geradoras de inovação e de enfrentar novos desafios. Além disso, a GC também propicia conscientização do pessoal em torno do negócio, criando e aplicando o conhecimento em novos produtos, nos processos, na execução de tarefas para atingir a excelência operacional, no atendimento ao consumidor etc. Tudo isso agrega valor à organização.

Para as empresas, a GC melhora a capacidade de atrair profissionais comprometidos com resultados de longo prazo, com conhecimentos e habilidades diversas, gera empregabilidade, diminui a rotatividade, estimula a criatividade e a vontade constante de aprendizado. Otimiza, ainda,  os processos internos e os fluxos de trabalho. Desta forma, a gestão do conhecimento gera valor às organizações, diferenciando-as das demais.  Propicia um melhor aproveitamento do conhecimento já existente, contribui para a redução de custos, para o aumento de competitividade e receita. Também  os investimentos em capacitação profissional acabam por retornar mais rapidamente.

A agilidade nas respostas e o comprometimento são notados pelos clientes que percebem a sensível melhora no atendimento e na qualidade dos serviços, ou seja, quando uma decisão é tomada com mais segurança, rapidez e competência há uma melhor obtenção de resultados percebidos. Outra vantagem é conhecer os pontos fortes e fracos da organização para buscar a correção de rumos e a melhoria contínua.

Invariavelmente, empreendimentos bem sucedidos são aqueles nos quais a gestão do conhecimento faz parte do ambiente e de sua cultura organizacional. Em outras palavras, faz parte do seu DNA, isto é, está intrínseca nos processos, sistemas, comportamento e valores. São aqueles que utilizam a GC como recurso estratégico para gerar vantagem competitiva e aumentar o valor de mercado. São os que incorporam essa inteligência coletiva à tecnologia, atendimento, produtos e serviços. Exemplos não faltam, Apple, IBM, MPX, Tetrapak, Natura, Correios, Petrobras, Vale, entre muitas outras. Essas empresas já entenderam que o conhecimento é um gerador de riquezas, é um fator fundamental para mantê-las competitivas no mercado, fortalecer suas competências e melhorar seu desempenho. Esse capital não tem preço, portanto, não pode ser negociado!

*Sonia Wada é pesquisadora, formada em Biblioteconomia e Documentação pela ECA/USP, especialista em informação tecnológica e gestão do conhecimento e mestre em Inteligência Competitiva. Atualmente é diretora presidente da SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (www.sbgc.org.br) e do KM Brasil 2012 – Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (www.kmbrasil.com), evento que acontece em agosto, em São Paulo. E-mail: linksbgc@linkportal.com.br



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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Tendências do setor de TI para 2012


*Por Marcos Sakamoto

Com o aquecimento interno, o Brasil figura na oitava posição entre os maiores mercados de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do mundo. O setor ganha destaque em todos os segmentos da economia, sendo indispensável para o trabalho em setores, como a indústria, comunicação e comércio.

De acordo com os dados divulgados neste mês pela consultoria IDC Brasil, o mercado brasileiro de TIC continuará crescendo em 2012, mesmo com a crise mundial e a desaceleração da economia nos Estados Unidos. Os analistas do setor prevêem um aumento do acima de dois dígitos, com projeções entre 10% e 13%.

Estudos do instituto de pesquisas Gartner apontam que mercados emergentes de TI, como o Brasil, crescerão 4,6%, índice acima da média global este ano. Os investimentos na área de TI estão previstos em US$ 143,8 bilhões. Até 2015, o instituto espera que o mercado brasileiro de TI experimente uma taxa de crescimento anual de 9,9%. As companhias da América Latina vão investir 384 bilhões de dólares em TI até 2015. O Brasil responderá por mais de 40% do total dos negócios.

Os índices de crescimento esperados são bem superiores à taxa de incremento estimada para a economia brasileira este ano. Projeções de economistas e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) do País crescerá em torno de 3%. O PIB industrial está previsto em 2,3%.

A expansão do setor vai ao encontro de programas de incentivo do governo, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que pretende levar Internet com velocidade de 1 Mbps para todo o País, com custo de R$ 35 ao mês para assinantes. O principal objetivo do plano é massificar, até 2014, a oferta de acessos de Internet banda larga. A expectativa do governo é disponibilizar o serviço para quase 40 milhões de domicílios, em contraposição aos 11,9 milhões atendidos hoje.

Se há expectativa de aumento de consumo, há um estimulo adicional ao surgimento e desenvolvimento de empresas do setor. Entre as tendências em tecnologia analisadas para 2012, estão mobilidade, cloud computing, redes sociais e gerenciamento de Big Data, soluções já conhecidas, mas que anunciam novas interações para os próximos anos. Essas tecnologias são indispensáveis para a sobrevivência das empresas no mercado e devem levar a maior parte dos orçamentos dos CIOs.

A mobilidade, em particular, promete aquecer o mercado de produtos. A tendência é que a conexão à Internet prevaleça em 80% a 90% dos produtos nos próximos dois anos. E a partir deste ano, empresas como a Samsung, por exemplo, já divulgaram que equipamentos como Blu-ray e home theater terão conexão à rede. Assim, os televisores, ou as TVs do futuro, terão conectividade e funcionarão como um portal, com integração aos dispositivos que estarão disponíveis na Internet, na nuvem.

Com o cloud computing, qualquer arquivo ou documento ficará armazenado na Internet, possibilitando acesso instantâneo em qualquer lugar do mundo.

Entre outras novidades que devem movimentar o setor em 2012, estão as tecnologias que permitem que máquinas se comuniquem com o usuário. Neste sentido, já existem projetos de telemetria, uma tecnologia que admite o monitoramento e acompanhamento remoto de serviços como energia elétrica, água e rastreamento e localização de veículos. As informações trafegam pelas redes das operadoras sem interação humana. Este é um mercado gigante que se desenha e necessita de investimentos de empresas que apostem em inovações para a área.

É com grandes perspectivas que o setor de TIC inicia o ano de 2012.  Porém, não devemos nos esquecer dos pontos de atenção, como a qualificação da mão de obra. Existem oportunidades, mas devemos nos ater à importância de profissionais bem preparados para atender a demanda do mercado.  Assim, parcerias com institutos e órgãos, como o Sebrae e a Fiesp, são bons guias para que as empresas tracem as necessidades e planos para agregar valores às organizações. O futuro das empresas de TIC está nas mãos dos profissionais que as fazem. Portanto, quanto maior a bagagem, maior será o futuro da empresa.

*Marcos Sakamoto é presidente da Assespro-SP

Selva Tecnológica: A difícil tarefa de equilibrar o bem estar da criança


Problemas causados pela tecnologia aumentam a procura de especialistas como terapeutas, personal trainers e oftalmologistas por pais que criam filhos em cidades grandes.
A maior preocupação dos pais nas megametrópoles é proporcionar para o filho brincadeiras  e divertimentos tradicionais, longe dos computadores e jogos eletrônicos. Difícil de “tira-los do mundo em que vivem”, a grande missão é equilibrar a vida das crianças para que elas consigam simplesmente brincar. Em cidades grandes como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, onde a violência inibe as brincadeiras de rua, o grande desafio é proporcionar uma infância de qualidade. Brinquedos tradicionais, jogos, lápis e folhas de rabisco começam a desaparecer das prateleiras, dando lugar aos jogos como DS, Wii e tantos outros. 
Daniella Freixo de Faria, terapeuta infantil, chama a atenção para a construção do equilíbrio. Para ela todas as atividades são importantes, inclusive os jogos eletrônicos que desenvolvem atenção, habilidade motora fina e noção de sequência, entre outras coisas. Essas atividades devem ser parte do cotidiano das crianças e não ser o próprio: “Os pais que conseguirem conciliá-las com as atividades que envolvem movimento do corpo de forma ampla como nadar, jogar futebol, pular corda, andar de bicicleta, além dos tradicionais jogos de tabuleiro - que são reflexivos -, terão crianças super saudáveis.  E claro, não podemos deixar de lado o encantamento dos livros de história que desenvolvem a imaginação e aprimoram a leitura, a escrita e o vocabulário das crianças”, diz a terapeuta. "O desafio não é simplesmente colocar regras para a utilização de videogames, mas principalmente, conseguir despertar o interesse dos pequenos por outras atividades.  O corpo sente, a mente sente, a criatividade sente, a autonomia sente, o desenvolvimento sente, e principalmente, as relações e vínculos sentem" completa Daniella.
 O personal Trainer Luiz Carlos Braga comenta que recebe muitos pais pedindo ajuda porque os filhos apresentam dificuldades ligadas ao corpo: "Tenho um aluno que apresentava problemas de coordenação motora e não conseguia sequer jogar uma bola em minha direção. Depois de várias idas ao parque Ibirapuera, consegui reverter essa situação e hoje ele anda de bicicleta, joga bola e pratica vários outros esportes. Como muitos pais que trabalham, os dele não têm tempo pra brincar, então deixavam o menino com a babá em casa jogando videogame. Comenta o educador. “Hoje, além do computador, ele tem aulas de esporte em parques, para ter contato com a natureza, coisa difícil aqui em São Paulo”, finaliza Luiz Carlos.
Além desses problemas relacionados acima, as atividades eletrônicas acarretam também problemas na visão: "Certos hábitos cada vez mais precoces na vida das crianças, como o uso constante do computador, podem influenciar no surgimento de problemas na visão das crianças” comenta o oftalmologista Leo Carvalho.
A dica da terapeuta para que todas as atividades aconteçam de forma saudável é verificar qual o melhor jogo para a idade do seu filho. Outra dica é colocar regras,  quando e quanto tempo os filhos podem brincar com os eletrônicos. Pois, além de não poder substituir outras atividades, não deve substituir a oportunidade de a família estar reunida (coisa rara devido à grande carga de trabalho dos pais). É importante construir essa dinâmica com as crianças, pois cada uma tem sua própria reação. Os games podem fazer parte da vida dos baixinhos de forma natural, intercalados com outras atividades. Caso contrário, a compulsão e o desinteresse contaminarão seu dia a dia. Os pais devem evitar que seus filhos cheguem nesse momento.
E por último, a dica é jogar videogame sempre acompanhado. Seja pelos pais, por amigos, criando uma oportunidade para a troca, o diálogo, a diversão com o outro e gerando, neste encontro, uma parceria perante os desafios do jogo.
 Com este estado de alerta os pais conseguem curtir todos esses momentos com as crianças além de vê-los curtir também, de forma saudável, produtiva, alegre e divertida.
 Os videogames não são uma novidade. Desde os anos 80, quando as marcas Atari e Nintendo alavancaram suas vendas, esse questionamento já existia: “Lembro-me claramente de passar várias tardes jogando Super Mario Bros, Enduro ou Pacman. A diferença hoje talvez seja o quanto, como, quando e com quem exercem estas atividades. O que me preocupa é que hoje as crianças escolhem diariamente, em todos os seus momentos livres, esse tipo de diversão”, finaliza a terapeuta.


MCAtrês Assessoria em Comunicação e Marketing
(5511) 3044-4471 site: www.mcatres.com
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Jornalista: Deborah Benetti - atendimento2@mcatres.com


Dispositivo faz legendas instantâneas para vídeos on-line


Uma pequena empresa israelense chamada Subber desenvolveu um dispositivo de mesmo nome que permite a qualquer pessoa adicionar legendas e links em qualquer vídeo on-line em questão de minutos. 


O Subber foi usado pelo jornal Jerusalem Post quando da libertação do soldado israelense Gilad Shalit, depois de cinco anos nas mãos do Hamas. Na época, o diálogo entre Shalit e o presidente Shimon Peres, em hebraico, foi disponibilizado em inglês rapidamente para toda a mídia.

A precisão da tradução depende do vídeo, diz Shahar Shpalter, fundador da empresa. O áudio de um filme feito de maneira profissional permitirá uma tradução melhor e mais acurada.     

Mais informações na matéria original, abaixo:


Instant subtitles for your online videos 


By Brian Blum 
January 10, 2012 

  
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You don't have to be a high-tech whiz to add subtitles and links to any online video, thanks to Israel's Subber website. 




The Jerusalem Post had a problem that needed to be solved as quickly as the breaking news. When Shimon Peres met with Gilad Shalit immediately following Shalit's release, the conversation was recorded on video and made available to the media. But naturally, it was all in Hebrew. 

To stay timely, the Post didn't have the luxury of going to a recording studio to add a narration soundtrack, nor could it afford to have subtitles created and synchronized with the video from a professional facility as is usually done for movies and television programs. 

Instead, the English-language Israeli newspaper turned to Subber , a small Israeli startup that lets mere mortals quickly add subtitles via the web. The result was a fully subtitled video in minutes. 

Subber analyzes the video and places empty subtitle fields where it perceives dialogue to be switching from person to person. If Subber guesses wrong, you can stretch or move the fields. 

Subber can also translate the speech in a video into written subtitles. Accuracy depends on the video, explains Shahar Shpalter, the company's founder. The audio of a professionally made movie will be much clearer and result in a better translation than, say, a homemade video of your preschooler's birthday party. Nevertheless, it cuts down on some of the work. 

Professional subtitling is costly 

Subber was born three years ago when Shpalter, then a budding filmmaker, was pitching his 13-minute mini-drama to the Venice International Film Festival. But the festival's rules mandated that the film be subtitled in English, Italian and other European languages. Shpalter visited post-production companies but was deterred by the complexity and cost. 

Shpalter, whose background is in user interface design, joined with Yanir Saban and natural language processing expert Ori Shechter. Together, they raised $1 million in seed capital from Yossi Vardi and several private investors. 

Subber launched in August last year. With no promotion beyond word of mouth, it already has hundreds of users, primarily in Israel but also in the United States, Portugal and Germany. 

Subber is designed to work with any video that is already online, no matter who created or posted it. "The video and the subtitles exist on entirely separate layers. The video is still being played from YouTube and we display it on the Subber site using YouTube's own APIs, which are completely legal. All we create that's new is the subtitles file," Shpalter explains. 

The Subber site has its own embed codes, so a video can appear on any other website. Tech-savvy users can export the subtitles file and combine it on YouTube, but for most users that's probably overkill. 

Links for advertisers 

Subber has some creative ideas to make money. Since the subtitles are separate from the video, any word can be a link. This opens up functionality for advertisers. 

The Subber website has an example of the now-viral Jennifer Aniston pitch for SmartWater. The text isn't a translation but a transcription in English. Wherever the term "SmartWater" appears there is a link that opens the company's website. 

Links can be more subtle: if an actor cries out, "I'm hungry," this could link to an ad for Burger King. And individuals can use Subber to open their LinkedIn profiles, resumes or even Wikipedia entries. 

A Subber subtitle track can just pop on and off with quick links. A few keywords placed here and there may be less obtrusive to viewers and more effective for advertisers. 

Content creators can also use Subber to improve search engine optimization. Since searching inside video is tricky (search engines mainly look at the titles, descriptions and key words associated with a video), a text-based subtitle track can give Google a better clue of what you're interested in. And since it's associated with video, Google ranks it particularly high, says Shpalter. 

Google "double rainbow" and "SmartWater," and you might get a link that takes you to exactly two minutes and 27 seconds into the video where Jennifer Anniston comforts HungryBear9562. That kind of SEO can also be turned into a revenue generator, Shpalter says. 

Subbing on the fly 

Subbing on the fly is particularly intriguing for journalists and citizen bloggers alike. Imagine a smartphone-recorded video from Tahrir Square, for example, which can be uploaded to YouTube quickly with subtitles already in place. 

Unique in its space, Subber is looking to raise more money to help finance a public marketing splash and expand beyond the small team of six in the company's Tel Aviv office. 

The startup's website is full of inspiration. There's a translation of an Enimem rap video into Russian, a Hebrew version of a Chuck Norris video and an English translation of a recent speech by Prime Minister Benjamin Netanyahu. 

Shpalter's favorite is a video with sarcastic subtitles under a serious debate between Stav Shafrir, one of the leaders of last summer's social justice protests in Israel, and politician Miri Regev. The subtitles purport to describe what the two "really mean." Shpalter isn't alone in his approval: the video is a verifiable Internet hit with some 50,000 views already. 

Let the subbing begin. 

 
Mais informações:Assessoria de imprensa do Centro de Mídia Brasil-Israel (Cembri)
Ex-Libris Comunicação Integrada 
Cristina Freitas             (21) 2204-3230 begin_of_the_skype_highlighting            (21) 2204-3230      end_of_the_skype_highlighting      / 9431-0001 - cristina@libris.com.br 
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