Wigliani Soluções Criativas

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terça-feira, 21 de fevereiro de 2012

Tendências do setor de TI para 2012


*Por Marcos Sakamoto

Com o aquecimento interno, o Brasil figura na oitava posição entre os maiores mercados de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) do mundo. O setor ganha destaque em todos os segmentos da economia, sendo indispensável para o trabalho em setores, como a indústria, comunicação e comércio.

De acordo com os dados divulgados neste mês pela consultoria IDC Brasil, o mercado brasileiro de TIC continuará crescendo em 2012, mesmo com a crise mundial e a desaceleração da economia nos Estados Unidos. Os analistas do setor prevêem um aumento do acima de dois dígitos, com projeções entre 10% e 13%.

Estudos do instituto de pesquisas Gartner apontam que mercados emergentes de TI, como o Brasil, crescerão 4,6%, índice acima da média global este ano. Os investimentos na área de TI estão previstos em US$ 143,8 bilhões. Até 2015, o instituto espera que o mercado brasileiro de TI experimente uma taxa de crescimento anual de 9,9%. As companhias da América Latina vão investir 384 bilhões de dólares em TI até 2015. O Brasil responderá por mais de 40% do total dos negócios.

Os índices de crescimento esperados são bem superiores à taxa de incremento estimada para a economia brasileira este ano. Projeções de economistas e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que o Produto Interno Bruto (PIB) do País crescerá em torno de 3%. O PIB industrial está previsto em 2,3%.

A expansão do setor vai ao encontro de programas de incentivo do governo, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), que pretende levar Internet com velocidade de 1 Mbps para todo o País, com custo de R$ 35 ao mês para assinantes. O principal objetivo do plano é massificar, até 2014, a oferta de acessos de Internet banda larga. A expectativa do governo é disponibilizar o serviço para quase 40 milhões de domicílios, em contraposição aos 11,9 milhões atendidos hoje.

Se há expectativa de aumento de consumo, há um estimulo adicional ao surgimento e desenvolvimento de empresas do setor. Entre as tendências em tecnologia analisadas para 2012, estão mobilidade, cloud computing, redes sociais e gerenciamento de Big Data, soluções já conhecidas, mas que anunciam novas interações para os próximos anos. Essas tecnologias são indispensáveis para a sobrevivência das empresas no mercado e devem levar a maior parte dos orçamentos dos CIOs.

A mobilidade, em particular, promete aquecer o mercado de produtos. A tendência é que a conexão à Internet prevaleça em 80% a 90% dos produtos nos próximos dois anos. E a partir deste ano, empresas como a Samsung, por exemplo, já divulgaram que equipamentos como Blu-ray e home theater terão conexão à rede. Assim, os televisores, ou as TVs do futuro, terão conectividade e funcionarão como um portal, com integração aos dispositivos que estarão disponíveis na Internet, na nuvem.

Com o cloud computing, qualquer arquivo ou documento ficará armazenado na Internet, possibilitando acesso instantâneo em qualquer lugar do mundo.

Entre outras novidades que devem movimentar o setor em 2012, estão as tecnologias que permitem que máquinas se comuniquem com o usuário. Neste sentido, já existem projetos de telemetria, uma tecnologia que admite o monitoramento e acompanhamento remoto de serviços como energia elétrica, água e rastreamento e localização de veículos. As informações trafegam pelas redes das operadoras sem interação humana. Este é um mercado gigante que se desenha e necessita de investimentos de empresas que apostem em inovações para a área.

É com grandes perspectivas que o setor de TIC inicia o ano de 2012.  Porém, não devemos nos esquecer dos pontos de atenção, como a qualificação da mão de obra. Existem oportunidades, mas devemos nos ater à importância de profissionais bem preparados para atender a demanda do mercado.  Assim, parcerias com institutos e órgãos, como o Sebrae e a Fiesp, são bons guias para que as empresas tracem as necessidades e planos para agregar valores às organizações. O futuro das empresas de TIC está nas mãos dos profissionais que as fazem. Portanto, quanto maior a bagagem, maior será o futuro da empresa.

*Marcos Sakamoto é presidente da Assespro-SP

Selva Tecnológica: A difícil tarefa de equilibrar o bem estar da criança


Problemas causados pela tecnologia aumentam a procura de especialistas como terapeutas, personal trainers e oftalmologistas por pais que criam filhos em cidades grandes.
A maior preocupação dos pais nas megametrópoles é proporcionar para o filho brincadeiras  e divertimentos tradicionais, longe dos computadores e jogos eletrônicos. Difícil de “tira-los do mundo em que vivem”, a grande missão é equilibrar a vida das crianças para que elas consigam simplesmente brincar. Em cidades grandes como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, onde a violência inibe as brincadeiras de rua, o grande desafio é proporcionar uma infância de qualidade. Brinquedos tradicionais, jogos, lápis e folhas de rabisco começam a desaparecer das prateleiras, dando lugar aos jogos como DS, Wii e tantos outros. 
Daniella Freixo de Faria, terapeuta infantil, chama a atenção para a construção do equilíbrio. Para ela todas as atividades são importantes, inclusive os jogos eletrônicos que desenvolvem atenção, habilidade motora fina e noção de sequência, entre outras coisas. Essas atividades devem ser parte do cotidiano das crianças e não ser o próprio: “Os pais que conseguirem conciliá-las com as atividades que envolvem movimento do corpo de forma ampla como nadar, jogar futebol, pular corda, andar de bicicleta, além dos tradicionais jogos de tabuleiro - que são reflexivos -, terão crianças super saudáveis.  E claro, não podemos deixar de lado o encantamento dos livros de história que desenvolvem a imaginação e aprimoram a leitura, a escrita e o vocabulário das crianças”, diz a terapeuta. "O desafio não é simplesmente colocar regras para a utilização de videogames, mas principalmente, conseguir despertar o interesse dos pequenos por outras atividades.  O corpo sente, a mente sente, a criatividade sente, a autonomia sente, o desenvolvimento sente, e principalmente, as relações e vínculos sentem" completa Daniella.
 O personal Trainer Luiz Carlos Braga comenta que recebe muitos pais pedindo ajuda porque os filhos apresentam dificuldades ligadas ao corpo: "Tenho um aluno que apresentava problemas de coordenação motora e não conseguia sequer jogar uma bola em minha direção. Depois de várias idas ao parque Ibirapuera, consegui reverter essa situação e hoje ele anda de bicicleta, joga bola e pratica vários outros esportes. Como muitos pais que trabalham, os dele não têm tempo pra brincar, então deixavam o menino com a babá em casa jogando videogame. Comenta o educador. “Hoje, além do computador, ele tem aulas de esporte em parques, para ter contato com a natureza, coisa difícil aqui em São Paulo”, finaliza Luiz Carlos.
Além desses problemas relacionados acima, as atividades eletrônicas acarretam também problemas na visão: "Certos hábitos cada vez mais precoces na vida das crianças, como o uso constante do computador, podem influenciar no surgimento de problemas na visão das crianças” comenta o oftalmologista Leo Carvalho.
A dica da terapeuta para que todas as atividades aconteçam de forma saudável é verificar qual o melhor jogo para a idade do seu filho. Outra dica é colocar regras,  quando e quanto tempo os filhos podem brincar com os eletrônicos. Pois, além de não poder substituir outras atividades, não deve substituir a oportunidade de a família estar reunida (coisa rara devido à grande carga de trabalho dos pais). É importante construir essa dinâmica com as crianças, pois cada uma tem sua própria reação. Os games podem fazer parte da vida dos baixinhos de forma natural, intercalados com outras atividades. Caso contrário, a compulsão e o desinteresse contaminarão seu dia a dia. Os pais devem evitar que seus filhos cheguem nesse momento.
E por último, a dica é jogar videogame sempre acompanhado. Seja pelos pais, por amigos, criando uma oportunidade para a troca, o diálogo, a diversão com o outro e gerando, neste encontro, uma parceria perante os desafios do jogo.
 Com este estado de alerta os pais conseguem curtir todos esses momentos com as crianças além de vê-los curtir também, de forma saudável, produtiva, alegre e divertida.
 Os videogames não são uma novidade. Desde os anos 80, quando as marcas Atari e Nintendo alavancaram suas vendas, esse questionamento já existia: “Lembro-me claramente de passar várias tardes jogando Super Mario Bros, Enduro ou Pacman. A diferença hoje talvez seja o quanto, como, quando e com quem exercem estas atividades. O que me preocupa é que hoje as crianças escolhem diariamente, em todos os seus momentos livres, esse tipo de diversão”, finaliza a terapeuta.


MCAtrês Assessoria em Comunicação e Marketing
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Jornalista: Deborah Benetti - atendimento2@mcatres.com


Dispositivo faz legendas instantâneas para vídeos on-line


Uma pequena empresa israelense chamada Subber desenvolveu um dispositivo de mesmo nome que permite a qualquer pessoa adicionar legendas e links em qualquer vídeo on-line em questão de minutos. 


O Subber foi usado pelo jornal Jerusalem Post quando da libertação do soldado israelense Gilad Shalit, depois de cinco anos nas mãos do Hamas. Na época, o diálogo entre Shalit e o presidente Shimon Peres, em hebraico, foi disponibilizado em inglês rapidamente para toda a mídia.

A precisão da tradução depende do vídeo, diz Shahar Shpalter, fundador da empresa. O áudio de um filme feito de maneira profissional permitirá uma tradução melhor e mais acurada.     

Mais informações na matéria original, abaixo:


Instant subtitles for your online videos 


By Brian Blum 
January 10, 2012 

  
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You don't have to be a high-tech whiz to add subtitles and links to any online video, thanks to Israel's Subber website. 




The Jerusalem Post had a problem that needed to be solved as quickly as the breaking news. When Shimon Peres met with Gilad Shalit immediately following Shalit's release, the conversation was recorded on video and made available to the media. But naturally, it was all in Hebrew. 

To stay timely, the Post didn't have the luxury of going to a recording studio to add a narration soundtrack, nor could it afford to have subtitles created and synchronized with the video from a professional facility as is usually done for movies and television programs. 

Instead, the English-language Israeli newspaper turned to Subber , a small Israeli startup that lets mere mortals quickly add subtitles via the web. The result was a fully subtitled video in minutes. 

Subber analyzes the video and places empty subtitle fields where it perceives dialogue to be switching from person to person. If Subber guesses wrong, you can stretch or move the fields. 

Subber can also translate the speech in a video into written subtitles. Accuracy depends on the video, explains Shahar Shpalter, the company's founder. The audio of a professionally made movie will be much clearer and result in a better translation than, say, a homemade video of your preschooler's birthday party. Nevertheless, it cuts down on some of the work. 

Professional subtitling is costly 

Subber was born three years ago when Shpalter, then a budding filmmaker, was pitching his 13-minute mini-drama to the Venice International Film Festival. But the festival's rules mandated that the film be subtitled in English, Italian and other European languages. Shpalter visited post-production companies but was deterred by the complexity and cost. 

Shpalter, whose background is in user interface design, joined with Yanir Saban and natural language processing expert Ori Shechter. Together, they raised $1 million in seed capital from Yossi Vardi and several private investors. 

Subber launched in August last year. With no promotion beyond word of mouth, it already has hundreds of users, primarily in Israel but also in the United States, Portugal and Germany. 

Subber is designed to work with any video that is already online, no matter who created or posted it. "The video and the subtitles exist on entirely separate layers. The video is still being played from YouTube and we display it on the Subber site using YouTube's own APIs, which are completely legal. All we create that's new is the subtitles file," Shpalter explains. 

The Subber site has its own embed codes, so a video can appear on any other website. Tech-savvy users can export the subtitles file and combine it on YouTube, but for most users that's probably overkill. 

Links for advertisers 

Subber has some creative ideas to make money. Since the subtitles are separate from the video, any word can be a link. This opens up functionality for advertisers. 

The Subber website has an example of the now-viral Jennifer Aniston pitch for SmartWater. The text isn't a translation but a transcription in English. Wherever the term "SmartWater" appears there is a link that opens the company's website. 

Links can be more subtle: if an actor cries out, "I'm hungry," this could link to an ad for Burger King. And individuals can use Subber to open their LinkedIn profiles, resumes or even Wikipedia entries. 

A Subber subtitle track can just pop on and off with quick links. A few keywords placed here and there may be less obtrusive to viewers and more effective for advertisers. 

Content creators can also use Subber to improve search engine optimization. Since searching inside video is tricky (search engines mainly look at the titles, descriptions and key words associated with a video), a text-based subtitle track can give Google a better clue of what you're interested in. And since it's associated with video, Google ranks it particularly high, says Shpalter. 

Google "double rainbow" and "SmartWater," and you might get a link that takes you to exactly two minutes and 27 seconds into the video where Jennifer Anniston comforts HungryBear9562. That kind of SEO can also be turned into a revenue generator, Shpalter says. 

Subbing on the fly 

Subbing on the fly is particularly intriguing for journalists and citizen bloggers alike. Imagine a smartphone-recorded video from Tahrir Square, for example, which can be uploaded to YouTube quickly with subtitles already in place. 

Unique in its space, Subber is looking to raise more money to help finance a public marketing splash and expand beyond the small team of six in the company's Tel Aviv office. 

The startup's website is full of inspiration. There's a translation of an Enimem rap video into Russian, a Hebrew version of a Chuck Norris video and an English translation of a recent speech by Prime Minister Benjamin Netanyahu. 

Shpalter's favorite is a video with sarcastic subtitles under a serious debate between Stav Shafrir, one of the leaders of last summer's social justice protests in Israel, and politician Miri Regev. The subtitles purport to describe what the two "really mean." Shpalter isn't alone in his approval: the video is a verifiable Internet hit with some 50,000 views already. 

Let the subbing begin. 

 
Mais informações:Assessoria de imprensa do Centro de Mídia Brasil-Israel (Cembri)
Ex-Libris Comunicação Integrada 
Cristina Freitas             (21) 2204-3230 begin_of_the_skype_highlighting            (21) 2204-3230      end_of_the_skype_highlighting      / 9431-0001 - cristina@libris.com.br 
Tayza Ribeiro             (21)2269-9669 begin_of_the_skype_highlighting            (21)2269-9669      end_of_the_skype_highlighting       / 8710-2744 - tayza@libris.com.br

sábado, 11 de fevereiro de 2012

O Portal Astros da Bola - O Canal de entretenimento para os amantes do Futebol, lança seu 1º Concurso para criação de casual games com tema de futebol

O Portal Astros da Bola - O Canal de entretenimento para os amantes do Futebol, lança seu 1º Concurso para criação de casual games com tema de futebol


Em sua 5ª edição no Brasil, a Campus Party 2012, que acontece de 06 a 12 de fevereiro no Anhembi Parque na cidade de São Paulo, é palco de palestras e tendências sobre tecnologia e internet.

Este ano a Campus Party espera receber um número recorde de 7 mil visitantes para acompanhar as últimas novidades da Internet em Games, Redes, Comunidades e muita comunicação, além de geração de Negócios através do Campus Empreendedorismo.

Não teria lugar e oportunidade melhor para o Astros da Bola , portal que promove entretenimento e informação, onde Amantes do Futebol expressam suas opiniões e eternizam lances de talentos com o mundo, para o lançamento do seu primeiro concurso, o“Game for Soccer” .

Foi na palestra “Mais Jogos – jogos com conteúdo”, que aconteceu no Palco Jogos da Campus Party na última quinta-feira (09/02), que o empresário Fábio Soares César, um dos sócios do Portal Astros da Bola, lançou o concurso “Game for Soccer”.

O concurso tem como objetivo incentivar a criatividade e competências relacionadas ao desenvolvimento de jogos digitais em diferentes plataformas, com tema totalmente voltado para o Futebol, envolvendo um público formado por todo e qualquer interessado na criação de games, tecnologia e entretenimento. 

As inscrições para o concurso são feitas através do próprio portal Astros da Bola , de 09 a 29 de fevereiro. O material dos inscritos deve ser enviado de 01 a 11 de março. A própria equipe técnica do Portal Astros da Bola  selecionará os 20 games finalistas, que serão votados publicamente pelos usuários cadastrados no próprio portal no período de 15 a 29 de março.  
O prêmio ao ganhador do melhor game votado será um MacBook Pro e a entrega acontecerá no dia 30 de março.

Maiores informações e regulamento do concurso para participação e inscrição podem ser vistos em www.astrosdabola.com.br.

Serviço:
Inscrições: 09 a 29 de fevereiro de 2012
Uploads dos Vídeos: 01 a 11 de março de 2012
Divulgação dos 20 Finalistas: 12 a 15 de março de 2012
Votação: 15 a 29 de março de 2012
Entrega da Premiação: 30 de março de 2012

Informações à imprensa:
Astros da Bola