Wigliani Soluções Criativas

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quinta-feira, 22 de março de 2012

Especialistas do IEEE prevêem 12 tendências de consumo relacionadas à tecnologia para 2012 na CES

A Conectividade constante, a Nuvem e a Consumerização da TI mudarão a forma como trabalhamos, nos divertimos e vivemos


O IEEE, a maior associação profissional técnica do mundo, vai além do marketing na feira Consumer Electronics Show (CES), a ser realizada na próxima semana, e destaca as 12 principais tendências de consumo relacionadas aos eletrônicos em 2012, segundo definição dos mais importantes especialistas técnicos do IEEE.



O IEEE e seus especialistas discutirão essas tendências no estande número 35883 da CES e na página do IEEE no Facebook, em: http://www.facebook.com/ieeeorg, que também apresentará discussões em vídeo diretamente da feira.



1. Aprimorando as conexões – O conceito de uma sociedade totalmente conectada mudará a forma como as pessoas trabalham, pensam e vivem. Se a tecnologia puder ser conectada, ela será. A conectividade onipresente e ininterrupta será o próximo passo, prevê o Dr. Henry Samueli, membro do IEEE, CTO da Broadcom Corporation e palestrante da IEEE International Conference on Consumer Electronics (ICCE) de 2012, realizada em conjunto com a CES. Segundo o Dr. Samueli, isso significa o aprimoramento das operações comerciais globais com o compartilhamento de dados em tempo real baseado na nuvem e o acesso transparente a informações e entretenimento em nossas casas e nossos carros. Os avanços nos sensores miniaturizados trarão ainda mais aprimoramentos a esse mundo conectado, quando poderemos monitorar nossa saúde e nosso meio ambiente em tempo real, criando infinitas novas oportunidades para modelos inovadores na área da saúde.



2. Um ponto de inflexão para o entretenimento de vídeo na Web – O vídeo em fluxo baseado na Web nos televisores está cada vez mais popular entre os consumidores mas, em 2012, os EUA atingirão um ponto de inflexão quando haverá outros usuários além dos amantes da tecnologia e dos pioneiros das TVs com Wi-Fi, diz Richard Doherty, membro sênior do IEEE. A ascensão pode ser creditada à ampla disponibilidade dos dispositivos com capacidade de vídeo. Doherty prevê que, até o final de 2012, cerca de 50 por cento dos lares nos EUA e 35 por cento dos lares canadenses assistirão a vídeos da Internet em telas de TV grandes (de 24 polegadas ou mais) a partir de dispositivos incorporados com capacidade de vídeo IP ou de complementos como consoles de videogame, Blu-ray players ou players de mídia da Internet.



3. A tecnologia de monitoramento de pacientes chega até as casas – A tecnologia avançada de monitoramento da saúde finalmente estará disponível para uso residencial e não apenas em clínicas e hospitais, diz o membro do IEEE, Stuart Lipoff. Esses novos dispositivos permitirão que os consumidores assumam o controle de sua própria saúde, encontrando maneiras de otimizar seu tratamento para reduzir os custos. Novos sistemas de monitoramento de pacientes, hoje disponíveis apenas em hospitais, serão alimentados por baterias e portáteis o suficiente para serem transportados como um telefone celular. Esses dispositivos vão monitorar e comunicar sinais vitais para os médicos, poupando, para os pacientes, as demoradas e caras viagens até o hospital.



4. Convergência de tecnologias de rede doméstica – O número de dispositivos em rede que os consumidores possuem está crescendo exponencialmente, incluindo celulares e tablets. Ao mesmo tempo, o associado do IEEE Oleg Logvinov diz que os consumidores esperam que seu conteúdo possa ser facilmente acessado – e estar protegido – entre todos esses dispositivos. Como resultado, começaremos a ver uma nova casta de dispositivos plug-and-play simples, capazes de encontrar todas as conexões de rede disponíveis assim que forem ligados, e as próprias redes se tornarão mais inteligentes para que a qualidade de serviço certa seja entregue em todas as conexões, com o mínimo de consumo de energia.  De acordo com Logvinov, essas inovações são possíveis porque estamos vendo novas tecnologias no setor de semicondutores que integram, com economia, muitas tecnologias de rede diferentes em um único chip.



5. Aprimorando o armazenamento de longo prazo com a cerâmica – Os arquivos digitais não podem durar pra sempre. Fotos da família, músicas e outras informações arquivadas têm uma vida limitada nos atuais dispositivos de armazenamento. No entanto, o membro sênior do IEEE Tom Coughlin diz que veremos novos avanços em tecnologias de disco rígido no ano de 2012. Com os dispositivos de armazenamento que gravam dados em cerâmica, as informações armazenadas poderão durar até 1.000 anos.



6. A consumerização da TI segue seu rumo – O Dr. Nahum Gershon, membro sênior do IEEE, diz que a influência da tecnologia doméstica sobre as decisões de tecnologia comercial continuará aumentando em 2012. Segundo o Dr. Gershon, que se apresentará na International Conference on Consumer Electronics (ICCE) de 2012, a consumerização da TI levará as empresas a fornecer mais acesso a redes e aplicativos de mídia social e também a disponibilizar mais dispositivos móveis, como tablets, para seus funcionários cada vez mais ligados em tecnologia. Um exemplo recente é o aumento do uso dos aplicativos de bate-papo com vídeo, como o Skype, para conectar profissionais empresariais que trabalham em regiões diferentes, diz Gershon. Em 2012, ele prevê que as pessoas começarão a usar tablets e smartphones com aplicativos de localização geográfica para informar a seus colegas onde estão trabalhando (por exemplo, no escritório ou remotamente).



7. Aparelhos eletrônicos de consumo como um serviço – Em 2012, os fabricantes de aparelhos eletrônicos combinarão de forma mais ampla seus dispositivos com serviços, aplicativos e conteúdo fornecidos aos consumidores por meio de um servidor remoto online (ou seja, a nuvem). Os aplicativos para os telefones Apple iPhone e Android são exemplos atuais bastante conhecidos, mas o membro do IEEE Stuart Lipoff prevê que haverá mais dispositivos, como a Apple TV e as TVs conectadas à Internet, extraindo conteúdo e serviços, como email, calendários ou catálogos de endereços, que são mantidos em servidores remotos. Segundo Lipoff, os consumidores encontrarão dispositivos mais baratos e com uma vida útil mais longa da bateria, porque a tributação de funções de hardware, como armazenamento e potência de computação, incidirá na nuvem em vez de nos próprios dispositivos.




8. As invasões a smartphones aumentarão em 2012 – John McCanny, membro do IEEE, prevê que a segurança móvel será um problema cada vez maior, devido à convergência das arquiteturas móveis, aos celulares que vêm se tornando a plataforma Web dominante e ao número cada vez mais alto de usuários móveis. Na verdade, 2012 verá um rápido crescimento no malware móvel, dada a preferência cada vez maior dos consumidores pelo acesso à Internet a partir de dispositivos móveis como smartphones e tablets. As empresas também ficarão vulneráveis, à medida que os profissionais exigem cada vez mais o acesso a redes corporativas a partir de seus dispositivos pessoais, aumentando os riscos de ataques cibernéticos e da espionagem cibernética.

9. Os desastres naturais elevam os preços dos aparelhos eletrônicos de consumo – O setor eletrônico está sentindo o impacto dos desastres naturais, já que a inundação da Tailândia parou instalações de manufatura, levando à redução do fornecimento de unidades de disco rígido (HDs), um componente essencial de tudo, desde DVRs a consoles de videogame e laptops. Segundo Tom Coughlin, membro sênior do IEEE, as ramificações dessa escassez serão sentidas mesmo em 2012, e os custos de produção subirão muito a curto prazo. Só no quarto trimestre de 2011, houve um déficit de 60 a 70 milhões de unidades em relação à demanda prevista. Em 2012, o déficit total será de 120 a 150 milhões de unidades em relação à demanda, de acordo com um estudo realizado pela empresa de consultoria em armazenamento de dados Coughlin Associates.

10. As empresas privadas, e não o setor militar, liderarão as grandes inovações em tecnologia – Radares, satélites, o GPS, a Internet – a pesquisa militar tem sido a força motriz por trás de algumas das mais importantes inovações em tecnologia da história. Isso será bem menos comum daqui por diante, segundo a previsão do membro sênior do IEEE Nahum Gershon. As empresas privadas começarão a desempenhar um papel cada vez mais importante no desenvolvimento de tecnologias de ponta e de produtos que vão mudar a forma como as pessoas e empresas pensam e funcionam.




11. Veículos que aumentam a conscientização dos motoristas sobre os arredores – Os consumidores começarão a ver mais veículos capazes de monitorar seus arredores e de avisar os motoristas sobre sinais de trânsito, pedestres, outros veículos e mudanças de faixa, afirma o membro sênior do IEEE Alberto Broggi, que viajou em um carro sem motorista da Itália até a China em 2010. Cada vez mais carros aplicarão sensores avançados para permitir que os veículos detectem e avisem os motoristas sobre quaisquer paradas imediatas ou perigos à frente do veículo, o que pode significar uma redução da probabilidade de acidentes automobilísticos.



12. A geração automatizada de metadados torna o conteúdo pessoal mais útil e disponível – Informações sobre informações é algo que pode soar redundante, mas permitir que os dispositivos agreguem automaticamente e gerem dados tais como localização e marca de data e hora pode melhorar consideravelmente a forma como os consumidores gerenciam e protegem suas fotos, seus vídeos e suas músicas. Em 2012, segundo o membro sênior do IEEE Tom Coughlin, veremos novos dispositivos, como câmeras que gerarão automaticamente informações sobre metadados para todas as fotos e vídeos a partir do dispositivo.


“O IEEE é o lar profissional natural dos tecnólogos que trabalham na área de eletrônicos de consumo”, disse Gordon Day, presidente e CEO do IEEE.  “O IEEE Consumer Electronics Society é uma das principais sociedades profissionais da área.  Dezenas de milhares de membros do IEEE trabalham em tecnologias que estão relacionadas aos eletrônicos de consumo.”


Para obter mais informações sobre o IEEE ou para falar com um de deus membros sobre tendências dos eletrônicos de consumo para 2012, contate: ieeeteam@webershandwick.com. Ou visite o estande número 35883 da CES no South Hall 4.


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Sobre o IEEE



O IEEE, a maior associação profissional técnica do mundo, dedica-se ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade. Por meio de suas altamente renomadas publicações, conferências, padrões de tecnologia e atividades profissionais e educacionais, o IEEE é a voz confiável em uma ampla variedade de áreas, desde sistemas aeroespaciais, computadores e telecomunicações até engenharia biomédica, fornecimento de eletricidade e aparelhos eletrônicos de consumo. 

Para mais informações, acesse: http://www.ieee.org.





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terça-feira, 6 de março de 2012

Abraps realiza encontro com David Gershon, autoridade mundial em mudanças de comportamento

A Abraps - Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade, realiza a primeira edição do Ampliar, ciclo de palestras e debates organizado pela associação para discutir sobre a sustentabilidade e o profissional do setor, que contará com uma palestra de David Gershon, autoridade mundial em mudanças de comportamento, empoderamento de comunidades e transformações de grandes sistemas, autor do livro Social Change 2.0 e do projeto Cool City Challenge, dia 8 de março, quarta-feira, às 19h, na rua Dr. Álvaro Alvim, 123, Vila Mariana, São Paulo, SP.

Com o tema “Empresas evoluem da Sustentabilidade para o Engajamento Sustentável. Qual o seu papel nesse movimento?”, Gershon vai abordar, entre outros assuntos, o papel de cada indivíduo dentro desse novo paradigma de engajamento sustentável.

O evento será transmitido ao vivo pelo link: http://bit.ly/sustentalabTV.
                       
Serviço:
Data: 08/03
Horário: 19h
Local: ESPM – Escola Superior de Propaganda e Marketing – Auditório: Renato Castelo Branco
Endereço: Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana – São Paulo - SP
Inscrições: contato@abraps.org.br, até o dia 7 de março

EVENTO GRATUITO / VAGAS LIMITADAS

Atenção: a palestra será em inglês, sem tradução simultânea.
                                         
Sobre a Abraps
A Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade foi criada com o objetivo de representar, conectar e fortalecer a atuação do profissional de sustentabilidade, responsabilidade social corporativa, cidadania corporativa e investimento social privado, entre outras. Para quem quer acompanhar as novidades, hoje a Abraps tem um grupo no Linkedin, o Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade http://migre.me/3StSs, um blog (http://abraps.blogspot.com) e Twitter (@abraps).

Informações para a imprensa:

Oficina da Comunicação Integrada – Assessoria de comunicação da
Abraps - Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade
(11) 2275-0833 / 9210-8191
Atendimento e coordenação

domingo, 4 de março de 2012

OS BENEFÍCIOS DA GESTÃO DO CONHECIMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES

OS BENEFÍCIOS DA GESTÃO DO CONHECIMENTO PARA AS ORGANIZAÇÕES
Por Sonia Wada*

Imagem Divulgação
Sonia Wada é diretora-presidente da SBGC
 
Práticas de gestão do conhecimento não são apenas modismos da administração moderna. Não é de hoje que as empresas já a utilizam como ferramental de capacitação profissional. Temos inúmeros exemplos de mestres que passam os ofícios de sua profissão a seus aprendizes, desde os grandes mestres da arte como Da Vinci ao um simples carpinteiro em sua oficina rudimentar.

A economia mundial já viveu vários ciclos marcados pelas revoluções Agrícola e Industrial e, mais recentemente, pela Revolução da Informação. Na Revolução Agrícola, o poder político e econômico baseava-se na posse da terra. Já na Revolução Industrial, o determinante era o capital financeiro. Nela, passamos pela eras da produção em massa, da eficiência, da qualidade, da competitividade. Agora, em plena Era da Informação o que pesa é o conhecimento.

O saber e o aprender sempre foram as molas propulsoras da humanidade. Dados, informações e conhecimentos sempre existiram em todas as organizações, sejam elas do primeiro, segundo ou terceiro setor. O que há de novo nesse processo é entender o conhecimento como capital intelectual ativo das instituições. Saber geri-lo, conservá-lo, disseminá-lo, combiná-lo, criar e aplicar o conhecimento é fundamental para obter sustentabilidade e vantagem competitiva, por meio de melhorias, inovação e aumentando a qualidade de vida das pessoas, nesse mundo de constantes mudanças. Por isso é necessário que os gestores estejam abertos à criação de um ambiente favorável ao apoio de práticas que levem à formação de mais conhecimento, permitindo a captura e o filtro desse saber por meio de processos, métodos, práticas, ações e de sistemas internos de compartilhamento entre seus parceiros.

A grande questão é: onde está armazenado todo esse conhecimento? Ele está em toda parte, na cabeça das pessoas. É o conhecimento tácito, ou seja, aquele que foi formado pela vivência e pela interpretação e pela aplicação constante de dados e informações. Como transformar esse saber em conhecimento explícito, aquele que pode ser formalizado, armazenado, transportado, utilizado e mensurado? Somente com o gerenciamento de todo esse capital intelectual coletivo. Daí a necessidade da gestão do conhecimento!

Com a velocidade das transformações e a atual complexidade dos desafios, ganhar longevidade nesse mercado inconstante não é tarefa fácil. Empreendimentos públicos e privados devem antecipar suas estratégias aos fatos, precisam ser pró-ativos em suas decisões e reinventar-se a cada dia.

O que garante a segurança na tomada de decisões é a disponibilidade de todas as informações e conhecimentos possíveis. Quando esse capital intelectual está inacessível, disperso ou desorganizado, o futuro torna-se temeroso, incerto. A gestão do conhecimento veio em auxílio dos empreendedores no desenvolvimento de soluções relacionadas à competitividade e inovação nas empresas.

O cerne da gestão do conhecimento é justamente preocupar-se com a organização do conhecimento humano para que esse possa ser usado de maneira inteligente, gerando mais valor e aumentando o desempenho e a vantagem competitiva. Cabe à GC (Gestão do Conhecimento) criar, identificar, recolher, organizar, armazenar, integrar, partilhar, difundir, transferir, socializar, usar e explorar toda informação, filosofia, política, cultura, valores, normas, procedimentos, rotinas, processos, práticas e experiências dos colaboradores.

Muitos profissionais, com seus saberes individuais, deixam de trocar experiências entre si, impossibilitando o encontro de soluções na base da pirâmide e impedindo a implementação de uma boa gestão do conhecimento. Apoiada na participação ativa da alta administração, a GC coloca todos trabalhadores em contato constante, criando comunidades de aprendizado mútuo, disponibilizando a informação, na hora e no lugar acessível para cada necessidade, evitando retrabalho e sem duplicidade de esforços.

A gestão do conhecimento estimula os indivíduos a buscarem e compartilharem seu capital intelectual, de acordo com suas habilidades, por meio de ferramentas criadas para esse fim como, por exemplo, redes internas, portais, conversas informais, grupos de trabalho, lições aprendidas, comunidades de práticas, assistência a colegas, análise de rede social, colaboração em rede, narrativas, educação corporativa, inteligência nos negócios, processo de criação e inovação e gestão de intangíveis. O resultado se materializa na aplicação desses saberes cotidianos no ambiente de trabalho.

Os benefícios são inúmeros tanto para a pequena empresa como para as gigantes multinacionais e até governos e o melhor: está disponível para qualquer tipo de empreendimento. Basta vontade de crescer e aprender sempre. Em primeiro lugar, as instituições ganham agilidade e mais capacidade de resposta aos problemas imediatos, tornam-se mais competitivas e rentáveis. Os trabalhadores, por sua vez, sentem-se valorizados e motivados. Isto aumenta o seu rendimento produtivo, auxilia no desenvolvimento de competências e facilita a comunicação entre os pares. Esses perdem o medo natural de compartilhar ideias geradoras de inovação e de enfrentar novos desafios. Além disso, a GC também propicia conscientização do pessoal em torno do negócio, criando e aplicando o conhecimento em novos produtos, nos processos, na execução de tarefas para atingir a excelência operacional, no atendimento ao consumidor etc. Tudo isso agrega valor à organização.

Para as empresas, a GC melhora a capacidade de atrair profissionais comprometidos com resultados de longo prazo, com conhecimentos e habilidades diversas, gera empregabilidade, diminui a rotatividade, estimula a criatividade e a vontade constante de aprendizado. Otimiza, ainda,  os processos internos e os fluxos de trabalho. Desta forma, a gestão do conhecimento gera valor às organizações, diferenciando-as das demais.  Propicia um melhor aproveitamento do conhecimento já existente, contribui para a redução de custos, para o aumento de competitividade e receita. Também  os investimentos em capacitação profissional acabam por retornar mais rapidamente.

A agilidade nas respostas e o comprometimento são notados pelos clientes que percebem a sensível melhora no atendimento e na qualidade dos serviços, ou seja, quando uma decisão é tomada com mais segurança, rapidez e competência há uma melhor obtenção de resultados percebidos. Outra vantagem é conhecer os pontos fortes e fracos da organização para buscar a correção de rumos e a melhoria contínua.

Invariavelmente, empreendimentos bem sucedidos são aqueles nos quais a gestão do conhecimento faz parte do ambiente e de sua cultura organizacional. Em outras palavras, faz parte do seu DNA, isto é, está intrínseca nos processos, sistemas, comportamento e valores. São aqueles que utilizam a GC como recurso estratégico para gerar vantagem competitiva e aumentar o valor de mercado. São os que incorporam essa inteligência coletiva à tecnologia, atendimento, produtos e serviços. Exemplos não faltam, Apple, IBM, MPX, Tetrapak, Natura, Correios, Petrobras, Vale, entre muitas outras. Essas empresas já entenderam que o conhecimento é um gerador de riquezas, é um fator fundamental para mantê-las competitivas no mercado, fortalecer suas competências e melhorar seu desempenho. Esse capital não tem preço, portanto, não pode ser negociado!

*Sonia Wada é pesquisadora, formada em Biblioteconomia e Documentação pela ECA/USP, especialista em informação tecnológica e gestão do conhecimento e mestre em Inteligência Competitiva. Atualmente é diretora presidente da SBGC - Sociedade Brasileira de Gestão do Conhecimento (www.sbgc.org.br) e do KM Brasil 2012 – Congresso Brasileiro de Gestão do Conhecimento (www.kmbrasil.com), evento que acontece em agosto, em São Paulo. E-mail: linksbgc@linkportal.com.br



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