Wigliani Soluções Criativas

Neste blog você encontrará conteúdo sobre Soluções Criativas nas áreas de Inovações Tecnológicas, Ferramentas Digitais Interativas, Jogos, Dinâmicas e Intervenções para o mercado corporativo de comunicação, treinamento e desenvolvimento profissional.

domingo, 25 de maio de 2014

Animo (Chico Xavier)

Não desanimes. Persiste mais um tanto.
Não cultives o pessimismo.
Centraliza-te no bem a fazer.
Esquece as sugestões do medo destrutivo.

Segue adiante, mesmo varando 
a sombra dos próprios erros.
Avança ainda que seja por entre lágrimas.


Trabalha constantemente. Edifica sempre.
Não consintas que o gelo do desencanto 
te entorpeça o coração.

Não te impressiones à dificuldade.
Convence-te de que a vitória espiritual 
é construção para o dia a dia.

Não desistas da paciência.
Não creias em realização sem esforço.
Silêncio para a injúria.

Olvido para o mal.
Perdão às ofensas.
Recorda que os agressores são doentes.

Não permitas que os irmãos desequilibrados te 
destruam o trabalho ou te apaguem a esperança.
Não menosprezes o dever que a consciência 
te impõe. 
Se te enganaste em algum trecho 
do caminho, Reajusta a própria visão e 
procura o rumo certo.

Não contes vantagens nem fracassos.
Estuda buscando aprender.
Não se voltes contra ninguém.
Não dramatizes provações ou problemas.

Conserva o hábito da oração para que 
se te faça luz na vida íntima.
Resguarda-te em Deus e persevera no trabalho 
que Deus te confiou.

Ama sempre, fazendo pelos outros 
o melhor que possas realizar.
Age auxiliando. Serve sem apego.
E assim vencerás.

Um dia de merda

Luiz Fernando Veríssimo (verídico)

Aeroporto Santos Dumont, 15:30. Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse. Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. “Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo”. O avião só sairia às 16:30.

Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto. Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei: “Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro”. Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: “Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido às obras na pista”. Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.

Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal. Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério: “Cara, caguei”.

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. “Que se dane, me limpo no aeroporto” – pensei. “Pior que isso não fico”. Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira, mas não pude evitar e, sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Dessa vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo à liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez.

Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada. Finalmente cheguei ao aeroporto e, saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e, entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: “Agora chega, né?” Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que conclui como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o “check-in” e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola “V”. A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado, comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis. Minha cueca joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e, assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10. Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu.

Estava pronto para embarcar. Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola “V”, sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando “O RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO” e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça se aproximou e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante, mas decidi não pedir: “Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda!”


O futuro é mais importante


Ontem, um ouvinte perguntou algo inusitado: o que mais influencia nosso presente é o passado ou o futuro?

Olha, difícil de responder. Mas, acho que depende da pessoa a quem a pergunta é dirigida: a uma pessoa inteligente ou a uma pessoa burra?

No caso da última, acho que nem o passado, nem o futuro influenciam em absolutamente nada. O desprovido de inteligência só pensa no dia de hoje, na satisfação de suas necessidades presentes, pouco lhe importando se faltou algo no passado ou se sobra algo para o futuro.

Diferente do inteligente, para quem o passado é muito importante como escola, como aprendizado para não cometer os mesmos erros, de saber o que, verdadeiramente, vale a pena na vida. E para quem também o futuro é importante, pois é lá que ele vai passar o resto da sua vida. É lá que estão os objetivos a serem perseguidos, as metas a serem alcançadas e que, no fundo, são o que dão sentido à vida.

Para os inteligentes, que refletem e planejam, acho que o futuro mais do que o passado influencia seu presente. Pois se o que nos mantém vivos é a esperança, o que nos faz levantar todos os dias são os sonhos. E eles só podem se tornar realidade no futuro.


Texto veiculado no Programa Minuto da Previdência, que vai ao ar, diariamente, às 8h15 e é repetido às 15h15, na rádio CBN Curitiba 90.1 FM

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Gamification e Aprendizagem

Por FLORA ALVES

A utilização de jogos para instrução e aprendizagem não é algo inédito. Entretanto, a utilização do conceito Gamification de forma estruturada para o Design Instrucional de programas de treinamento com foco em performance é ainda bastante recente. Por esta razão é preciso ressignificarmos a forma como construímos jogos para instrução e aprendizagem.

O engajamento alcançado por meio da utilização de jogos indica que gamification é um conceito que precisa ser parte da caixa de ferramentas de profissionais ligados à aprendizagem corporativa.

Mergulhar neste universo pede uma introdução. Por que os jogos são tão atraentes? Vamos fazer uma experiência simples. Você tem 10 segundos. Liste o nome de 3 cidades brasileiras cujo nome se inicia com a letra "C". Valendo!

Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um. (Dica, verifique o final deste artigo para ver a resposta).

Como você se saiu? Você se lembrou da maior delas? Conseguiu listar as três? Listou um número maior? As respostas simplesmente surgiram em sua cabeça? Se você tentou responder ou se olhou no final do artigo você experimentou gamification.

Muitos de nós acreditam que gamification seja o uso de recompensas, distintivos e pontos para que as pessoas executem ou simulem tarefas de seu dia-a-dia. Esta é entretanto uma forma limitada de olhar para o conceito.

Vamos iniciar pela definição do que é um jogo. Eric Zimmerman define: "Um jogo é um sistema no qual jogadores engajam em um conflito artificial, definido por regras, que produz um resultado mensurável". Mas mesmo esta definição brilhante precisa ser um pouco aprimorada para atender ao contexto de aprendizagem.

Raph Koster fez a seguinte adaptação: "Um jogo é um sistema no qual jogadores engajam em um desafio abstrato, definido por regras, interatividade e feedback, que produz um resultado mensurável, frequentemente elicitando uma reação emocional".

Partindo da definição de jogo e dos elementos desta definição Karl M. Kapp define Gamification como: "O uso de mecânicas, estética e pensamento de jogos para engajar pessoas, motivar a ação, promover aprendizagem e resolver problemas".

É importante nos determos a cada um dos elementos da definição para que o uso do conceito seja eficaz e contribua para a aprendizagem e performance desejadas.

Ser baseado em jogos significa criar um sistema no qual aprendizes, jogadores, consumidores ou colaboradores engajem em um desafio abstrato, definido por regras com interatividade e feedback produzindo um resultado mensurável e elicitando uma reação emocional.

A meta é criarmos um jogo no qual as pessoas queiram investir seu tempo, inteligência e energia. A mecânica dos jogos inclui níveis, conquista de distintivos, sistemas de pontos e restrições de tempo. Estes são elementos comumente utilizado mas que por si só não garantem que uma experiência chata se torne atraente e capaz de engajar.

A estética e design gráfico possuem um papel fundamental. A forma como uma pessoa percebe a experiência tem um grande impacto na vontade de aceitar ou não gamification.

Entretanto o "pensamento de jogo" é o elemento mais importante, e é aqui que as metodologias se encontram e complementam. O Storytelling permitirá que experiências do dia-a-dia se transformem em um cenário no qual elementos como a competição, cooperação e exploração conduzirão o aprendiz para o desenvolvimento de novas habilidades e competências.

O engajamento é o foco primário do gamification pois obter a atenção das pessoas e envolvê-las no processo que você criou é uma meta explícita do uso deste conceito.

Para motivar a ação é preciso que tenhamos metas e desafios que não sejam muito difíceis ou muito simples.

Mesmo com o uso de todos estes elementos, pra que o aprendizado aconteça não se pode abrir mão de psicologia de aprendizagem e técnicas que Designers Instrucionais e professores tem utilizado por anos. O grande ganho surge desta união.

O último elemento e de extrema importância nesta definição é  potencial para a resolução de problemas. Jogos possuem um elevado potencial para a resolução de problemas por sua natureza cooperativa, que reúne vários indivíduos para a solução de um problema ou de vários problemas.

Em seu livro Innovation Games, Luke Hohmann aborda diferentes técnicas para a criação de produtos inovadores por meio de jogos colaborativos. O autor é o responsável pela condução de Jogos colaborativos para a revisão de Budget da cidade de San Jose no qual os cidadãos decidiram onde e como priorizar o Budget da cidade - Three times the Charm

Este exemplo deixa claro que podemos utilizar jogos para o alcance de direntes propósitos, sempre alinhados aos objetivos estratégicos de uma organização. Entretanto, gamification é muito mais que a criação de um sistema de recompensas e distintivos, gamification implica no design cuidadoso, capaz de criar um ambiente de aprendizagem seguro que permite errar e aprender com os erros sem consequencias de custo ou exposição a riscos e por isso os colaboradores se engajam com mais naturalidade.

Isso tudo não exclui, claro, a diversão. Diversão muda comportamentos e ser divertido não significa não ser sério. Gamification não é mais uma tendência. Veio para ficar e por meio da sua utilização adequada podemos mudar comportamentos e contribuir para a criação de um mundo bem melhor e mais divertido sem negligenciarmos os resultados a serem alcançados.

FLORA ALVES 
flora@sgconsult.com.br (http://www.sgconsult.com.br)

Seu trabalho é reconhecido pela facilidade de comunicação e habilidade em simplificar conceitos. Tem se dedicado ao estudo de novas metodologias e tendências com foco no desenvolvimento de pessoas e estratégia organizacional.

Fonte: Artigos ABTD - www.abtd.org.br

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Internet da coisas

Saiba como a 'internet das coisas' vai mudar seu cotidiano em breve

Geladeiras e até latinhas de cerveja vão ficar 'inteligentes'.
Veja dúvidas enviadas por internautas, e mande suas perguntas.

Leopoldo Godoy Do G1, em São Paulo
 

Já pensou como será ótimo se a sua geladeira avisasse quando o leite estivesse vencido? Ou que comprasse automaticamente mais latas de sua cerveja favorita quando a bebida acabasse? E que tal um equipamento que calcula quanto tempo você vai levar no trânsito até o local de seu primeiro compromisso do dia, ajustando seu despertador para tocar na hora certa?



A princípio, é fácil confundir essa história com um roteiro de cinema. Mas estamos falando de tecnologias reais, que prometem estar cada vez mais presente na vida das pessoas. A chamada "internet das coisas" representa um conjunto de invenções que permitirão aos objetos - comuns, do cotidiano - se conectarem à rede e passarem a interagir entre eles e com as pessoas.

O exemplo clássico é o da geladeira inteligente, capaz de identificar a falta de alimentos no estoque, buscar receitas em sites especializados e acrescentar produtos à lista de compras do supermercado, aprovada e confirmada pela internet com um clique pelo usuário. Os próprios objetos seriam responsáveis por essa interação: um chip na caixa de leite, por exemplo, avisa o aparelho da proximidade da data de vencimento. Ao sair da geladeira, a última cerveja avisa, eletronicamente, que é preciso comprar mais.

Mas a tecnologia pode ter diversas aplicações. No transporte público, por exemplo, é possível ser avisado do horário exato em que um ônibus passará pelo ponto. A companhia responsável pelos coletivos, por sua vez, pode ser avisada caso ocorra um fluxo acima do normal de passageiros em um corredor, colocando mais veículos em operação naquela linha. Tudo praticamente sem intervenção humana, gerenciado pela inteligência das máquinas.

A Apple, criadora do iPod, do iPhone e do iPad, já se utiliza de conceitos da "internet das coisas". A empresa firmou uma parceria com a Nike para instalar chips em tênis de corridas, que passam a ser capazes de monitorar os exercícios físicos.

Há também aplicativos que colocam em contato todos os sistemas de gerenciamento de uma casa: é possível, por exemplo, ligar a irrigação do jardim, mesmo estando do outro lado do mundo. Seu telefone celular também te avisa, pelo celular, se você esqueceu o ferro de passar ligado. O aquecedor de água conectado a sua agenda sabe a hora exata do banho, e entra em funcionamento automaticamente.

Na coluna Technews desta semana, tiramos as dúvidas dos internautas e dos assinantes da Globonews sobre o vem por aí na internet das coisas. Confira abaixo, e deixe mais perguntas na área de comentários.

O que é a internet das coisas? É um equipamento específico?
 
Não. A internet das coisas é um conceito que reúne diversas tecnologias que têm se desenvolvido nos últimos anos. Os pilares que garantem a transformação dessa ideia em realidade são os sensores
RFID (sigla em inglês para identificação por radiofrequência), as redes sem fio ubíquas (ou seja, presentes em todos os lugares) e a mudança do protocolo de internet para a versão IPv6.

Atualmente, o protocolo IPv4 só é capaz de "contar" até 4 bilhões. Ou seja, só podemos dar endereços diferentes para um número limitado de computadores, telefones celulares e equipamentos conectados à rede. Na internet das coisas, cada objeto precisa de um endereço próprio. É aí que entra o IPv6. Ele garantirá códigos diferentes para uma quantidade praticamente infinita (mais precisamente, 340.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000.000... ou 340 undecilhões!) de objetos.

Já existem aplicações que fazem uso desse conceito?
 
Sim. A parceria entre a Apple e a Nike, por exemplo, já dá uma boa noção de como será a comunicação inteligente dos objetos no futuro. Também existem sistemas que utilizam etiquetas RFID ou mesmo em QRCode (versões mais modernas do velho código de barras) para armazenar a história de cada objeto.

Outro produto que se aproveita da internet das coisas é um pequeno robô chamado Nabaztag, criado pela empresa americana Violet. Parece um coelhinho inofensivo de brinquedo, que fala, mexe as orelhas e pisca luzes coloridas. Mas dependendo da cor que ele assume, Nabaztag comunica a chegada de novos e-mails, informa a previsão do tempo, a situação das estradas e até o comportamento das bolsas de valores, tudo em tempo real.

Quero trabalhar no desenvolvimento de aplicativos para a internet das coisas. Quais os grandes centros de estudo sobre esse assunto?
 
Os dois maiores polos mundiais de pesquisa em conectividade de objetos são o Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, e a The University of Manchester, na Inglaterra, sede da conferência anual "The Future of Things" (em português, "o futuro das coisas").

Fonte: G1

domingo, 6 de janeiro de 2013

C I N C O H I S T Ó R I A S

Cinco histórias interessantes com notável valia pedagógica......


1ª História

No Curso de Medicina, o professor dirige-se ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! - responde o aluno.
- Quatro? - replica o professor, um arrogante, daqueles que sentem prazer em gozar com os erros dos alunos.
- Tragam um fardo de palha, pois temos um burro na sala. - ordena o professor ao seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! - pediu o aluno.
O professor ficou furioso e expulsou-o da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o irritado mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural.Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim. 

Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO. Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros... E haja palha!!!

2ª História

A ROUPA FAZ A DIFERENÇA?

Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversava descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranquilidade o médico respondeu:
- Boa tarde, senhora! Em que posso ser útil? 
Ríspida, retorquiu:
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando pelo médico? Mantendo-se calmo, contestou:
- Boa tarde, senhora! O médico sou eu, em que posso ajudá-la ?!?!
- Como?!?! O senhor?!?! Com essa roupa?!?!...
- Ah, Senhora! Desculpe-me! Pensei que a senhora estivesse procurando um médico e não uma vestimenta....
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que... Vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem as coisas como são...- disse o médico -... as vestes parecem não dizer muitas coisas, pois quando a vi chegando, tão bem vestida, tão elegante, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente para todos e depois daria um simpatiquíssimo "boa tarde!"; como se vê, as roupas nem sempre dizem muito...

Moral da História:
UM DOS MAIS BELOS TRAJES DA ALMA É A EDUCAÇÃO. Sabemos que a roupa faz a diferença mas o que não podemos negar é que Falta de Educação, Arrogância, Falta de Humildade, Pessoas que se julgam donas do mundo e da verdade, Grosseria e outras "qualidades" derrubam qualquer vestimenta. BASTAM ÀS VEZES APENAS 5 MINUTOS DE CONVERSA PARA QUE O OURO DA VESTIMENTA SE TRANSFORME EM BARRO.

3ª História

BOA RESPOSTA
Um mecânico está desmontando o cabeçote de uma moto, quando ele vê na oficina um cirurgião cardiologista muito conhecido. Ele está olhando o mecânico trabalhar. Então o mecânico pára e pergunta:
- 'Ei, doutor, posso lhe fazer uma pergunta?'
O cirurgião, um tanto surpreso, concorda e vai até a moto na qual o mecânico está trabalhando. O mecânico se levanta e começa:
- ?Doutor, olhe este motor. Eu abro seu coração, tiro válvulas, conserto-as, ponho-as de volta e fecho novamente, e, quando eu termino, ele volta a trabalhar como se fosse novo. Como é então, que eu ganho tão pouco e o senhor tanto, quando nosso trabalho é praticamente o mesmo??
Então o cirurgião dá um sorriso, se inclina e fala bem baixinho para o mecânico:
- 'Você já tentou fazer como eu faço, com  o motor funcionando?'

Conclusão:
QUANDO A GENTE PENSA QUE SABE TODAS AS RESPOSTAS, VEM A VIDA E MUDA TODAS AS PERGUNTAS.

4ª História

MUITA CALMA!

Entra um senhor desesperado na farmácia e grita:
- Rápido, me dê algo para a diarreia! Urgente!
O dono da farmácia, que era novo no negócio, fica muito nervoso e lhe dá o remédio errado: um remédio para nervos. O senhor, com muita pressa, pega o remédio e vai embora.
Horas depois, chega novamente o senhor que estava com diarreia e o farmacêutico lhe diz:
- Mil desculpas senhor. Creio que por engano lhe dei um medicamento para os nervos, ao invés de algum remédio para diarreia. Como o senhor está se sentindo?
O senhor responde:
- Cagado... mas tô tranquilo.

Moral da História:
"POR MAIS DESESPERADORA QUE SEJA A SITUAÇÃO, SE ESTIVER CALMO, AS COISAS SERÃO VISTAS DE OUTRA MANEIRA".

5ª História

PROBLEMA É SÉRIO
O sujeito vai ao psiquiatra
- Doutor - diz ele - estou com um problema: Toda vez que estou na cama, acho que tem alguém em baixo. Aí eu vou em baixo da cama e acho que tem alguém emcima. Pra baixo, pra cima, pra baixo, pra cima. Estou ficando maluco!
- Deixe-me tratar de você durante dois anos, diz o psiquiatra. Venha três vezes por semana, e eu curo este problema.
- E quanto o senhor cobra? - pergunta o paciente.
- R$ 120,00 por sessão - responde o psiquiatra.
- Bem, eu vou pensar - conclui o sujeito.
Passados seis meses, eles se encontram na rua.
- Por que você não me procurou mais? - Pergunta o psiquiatra.
- A 120 paus a consulta, três vezes por semana, durante dois anos, ia ficar
caro demais, ai um sujeito num bar me curou por 10 reais.
- Ah é? Como? Pergunta o psiquiatra.
O sujeito responde:
- Por R$ 10 ,00 ele cortou os pés da cama...

Moral da História:
MUITAS VEZES O PROBLEMA É SÉRIO, MAS A SOLUÇÃO PODE SER MUITO SIMPLES!
HÁ UMA GRANDE DIFERENÇA ENTRE FOCO NO PROBLEMA E FOCO NA SOLUÇÃO.

Fonte: Recebido pela Internet, autores desconhecidos



quinta-feira, 22 de março de 2012

Especialistas do IEEE prevêem 12 tendências de consumo relacionadas à tecnologia para 2012 na CES

A Conectividade constante, a Nuvem e a Consumerização da TI mudarão a forma como trabalhamos, nos divertimos e vivemos


O IEEE, a maior associação profissional técnica do mundo, vai além do marketing na feira Consumer Electronics Show (CES), a ser realizada na próxima semana, e destaca as 12 principais tendências de consumo relacionadas aos eletrônicos em 2012, segundo definição dos mais importantes especialistas técnicos do IEEE.



O IEEE e seus especialistas discutirão essas tendências no estande número 35883 da CES e na página do IEEE no Facebook, em: http://www.facebook.com/ieeeorg, que também apresentará discussões em vídeo diretamente da feira.



1. Aprimorando as conexões – O conceito de uma sociedade totalmente conectada mudará a forma como as pessoas trabalham, pensam e vivem. Se a tecnologia puder ser conectada, ela será. A conectividade onipresente e ininterrupta será o próximo passo, prevê o Dr. Henry Samueli, membro do IEEE, CTO da Broadcom Corporation e palestrante da IEEE International Conference on Consumer Electronics (ICCE) de 2012, realizada em conjunto com a CES. Segundo o Dr. Samueli, isso significa o aprimoramento das operações comerciais globais com o compartilhamento de dados em tempo real baseado na nuvem e o acesso transparente a informações e entretenimento em nossas casas e nossos carros. Os avanços nos sensores miniaturizados trarão ainda mais aprimoramentos a esse mundo conectado, quando poderemos monitorar nossa saúde e nosso meio ambiente em tempo real, criando infinitas novas oportunidades para modelos inovadores na área da saúde.



2. Um ponto de inflexão para o entretenimento de vídeo na Web – O vídeo em fluxo baseado na Web nos televisores está cada vez mais popular entre os consumidores mas, em 2012, os EUA atingirão um ponto de inflexão quando haverá outros usuários além dos amantes da tecnologia e dos pioneiros das TVs com Wi-Fi, diz Richard Doherty, membro sênior do IEEE. A ascensão pode ser creditada à ampla disponibilidade dos dispositivos com capacidade de vídeo. Doherty prevê que, até o final de 2012, cerca de 50 por cento dos lares nos EUA e 35 por cento dos lares canadenses assistirão a vídeos da Internet em telas de TV grandes (de 24 polegadas ou mais) a partir de dispositivos incorporados com capacidade de vídeo IP ou de complementos como consoles de videogame, Blu-ray players ou players de mídia da Internet.



3. A tecnologia de monitoramento de pacientes chega até as casas – A tecnologia avançada de monitoramento da saúde finalmente estará disponível para uso residencial e não apenas em clínicas e hospitais, diz o membro do IEEE, Stuart Lipoff. Esses novos dispositivos permitirão que os consumidores assumam o controle de sua própria saúde, encontrando maneiras de otimizar seu tratamento para reduzir os custos. Novos sistemas de monitoramento de pacientes, hoje disponíveis apenas em hospitais, serão alimentados por baterias e portáteis o suficiente para serem transportados como um telefone celular. Esses dispositivos vão monitorar e comunicar sinais vitais para os médicos, poupando, para os pacientes, as demoradas e caras viagens até o hospital.



4. Convergência de tecnologias de rede doméstica – O número de dispositivos em rede que os consumidores possuem está crescendo exponencialmente, incluindo celulares e tablets. Ao mesmo tempo, o associado do IEEE Oleg Logvinov diz que os consumidores esperam que seu conteúdo possa ser facilmente acessado – e estar protegido – entre todos esses dispositivos. Como resultado, começaremos a ver uma nova casta de dispositivos plug-and-play simples, capazes de encontrar todas as conexões de rede disponíveis assim que forem ligados, e as próprias redes se tornarão mais inteligentes para que a qualidade de serviço certa seja entregue em todas as conexões, com o mínimo de consumo de energia.  De acordo com Logvinov, essas inovações são possíveis porque estamos vendo novas tecnologias no setor de semicondutores que integram, com economia, muitas tecnologias de rede diferentes em um único chip.



5. Aprimorando o armazenamento de longo prazo com a cerâmica – Os arquivos digitais não podem durar pra sempre. Fotos da família, músicas e outras informações arquivadas têm uma vida limitada nos atuais dispositivos de armazenamento. No entanto, o membro sênior do IEEE Tom Coughlin diz que veremos novos avanços em tecnologias de disco rígido no ano de 2012. Com os dispositivos de armazenamento que gravam dados em cerâmica, as informações armazenadas poderão durar até 1.000 anos.



6. A consumerização da TI segue seu rumo – O Dr. Nahum Gershon, membro sênior do IEEE, diz que a influência da tecnologia doméstica sobre as decisões de tecnologia comercial continuará aumentando em 2012. Segundo o Dr. Gershon, que se apresentará na International Conference on Consumer Electronics (ICCE) de 2012, a consumerização da TI levará as empresas a fornecer mais acesso a redes e aplicativos de mídia social e também a disponibilizar mais dispositivos móveis, como tablets, para seus funcionários cada vez mais ligados em tecnologia. Um exemplo recente é o aumento do uso dos aplicativos de bate-papo com vídeo, como o Skype, para conectar profissionais empresariais que trabalham em regiões diferentes, diz Gershon. Em 2012, ele prevê que as pessoas começarão a usar tablets e smartphones com aplicativos de localização geográfica para informar a seus colegas onde estão trabalhando (por exemplo, no escritório ou remotamente).



7. Aparelhos eletrônicos de consumo como um serviço – Em 2012, os fabricantes de aparelhos eletrônicos combinarão de forma mais ampla seus dispositivos com serviços, aplicativos e conteúdo fornecidos aos consumidores por meio de um servidor remoto online (ou seja, a nuvem). Os aplicativos para os telefones Apple iPhone e Android são exemplos atuais bastante conhecidos, mas o membro do IEEE Stuart Lipoff prevê que haverá mais dispositivos, como a Apple TV e as TVs conectadas à Internet, extraindo conteúdo e serviços, como email, calendários ou catálogos de endereços, que são mantidos em servidores remotos. Segundo Lipoff, os consumidores encontrarão dispositivos mais baratos e com uma vida útil mais longa da bateria, porque a tributação de funções de hardware, como armazenamento e potência de computação, incidirá na nuvem em vez de nos próprios dispositivos.




8. As invasões a smartphones aumentarão em 2012 – John McCanny, membro do IEEE, prevê que a segurança móvel será um problema cada vez maior, devido à convergência das arquiteturas móveis, aos celulares que vêm se tornando a plataforma Web dominante e ao número cada vez mais alto de usuários móveis. Na verdade, 2012 verá um rápido crescimento no malware móvel, dada a preferência cada vez maior dos consumidores pelo acesso à Internet a partir de dispositivos móveis como smartphones e tablets. As empresas também ficarão vulneráveis, à medida que os profissionais exigem cada vez mais o acesso a redes corporativas a partir de seus dispositivos pessoais, aumentando os riscos de ataques cibernéticos e da espionagem cibernética.

9. Os desastres naturais elevam os preços dos aparelhos eletrônicos de consumo – O setor eletrônico está sentindo o impacto dos desastres naturais, já que a inundação da Tailândia parou instalações de manufatura, levando à redução do fornecimento de unidades de disco rígido (HDs), um componente essencial de tudo, desde DVRs a consoles de videogame e laptops. Segundo Tom Coughlin, membro sênior do IEEE, as ramificações dessa escassez serão sentidas mesmo em 2012, e os custos de produção subirão muito a curto prazo. Só no quarto trimestre de 2011, houve um déficit de 60 a 70 milhões de unidades em relação à demanda prevista. Em 2012, o déficit total será de 120 a 150 milhões de unidades em relação à demanda, de acordo com um estudo realizado pela empresa de consultoria em armazenamento de dados Coughlin Associates.

10. As empresas privadas, e não o setor militar, liderarão as grandes inovações em tecnologia – Radares, satélites, o GPS, a Internet – a pesquisa militar tem sido a força motriz por trás de algumas das mais importantes inovações em tecnologia da história. Isso será bem menos comum daqui por diante, segundo a previsão do membro sênior do IEEE Nahum Gershon. As empresas privadas começarão a desempenhar um papel cada vez mais importante no desenvolvimento de tecnologias de ponta e de produtos que vão mudar a forma como as pessoas e empresas pensam e funcionam.




11. Veículos que aumentam a conscientização dos motoristas sobre os arredores – Os consumidores começarão a ver mais veículos capazes de monitorar seus arredores e de avisar os motoristas sobre sinais de trânsito, pedestres, outros veículos e mudanças de faixa, afirma o membro sênior do IEEE Alberto Broggi, que viajou em um carro sem motorista da Itália até a China em 2010. Cada vez mais carros aplicarão sensores avançados para permitir que os veículos detectem e avisem os motoristas sobre quaisquer paradas imediatas ou perigos à frente do veículo, o que pode significar uma redução da probabilidade de acidentes automobilísticos.



12. A geração automatizada de metadados torna o conteúdo pessoal mais útil e disponível – Informações sobre informações é algo que pode soar redundante, mas permitir que os dispositivos agreguem automaticamente e gerem dados tais como localização e marca de data e hora pode melhorar consideravelmente a forma como os consumidores gerenciam e protegem suas fotos, seus vídeos e suas músicas. Em 2012, segundo o membro sênior do IEEE Tom Coughlin, veremos novos dispositivos, como câmeras que gerarão automaticamente informações sobre metadados para todas as fotos e vídeos a partir do dispositivo.


“O IEEE é o lar profissional natural dos tecnólogos que trabalham na área de eletrônicos de consumo”, disse Gordon Day, presidente e CEO do IEEE.  “O IEEE Consumer Electronics Society é uma das principais sociedades profissionais da área.  Dezenas de milhares de membros do IEEE trabalham em tecnologias que estão relacionadas aos eletrônicos de consumo.”


Para obter mais informações sobre o IEEE ou para falar com um de deus membros sobre tendências dos eletrônicos de consumo para 2012, contate: ieeeteam@webershandwick.com. Ou visite o estande número 35883 da CES no South Hall 4.


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Sobre o IEEE



O IEEE, a maior associação profissional técnica do mundo, dedica-se ao avanço da tecnologia em benefício da humanidade. Por meio de suas altamente renomadas publicações, conferências, padrões de tecnologia e atividades profissionais e educacionais, o IEEE é a voz confiável em uma ampla variedade de áreas, desde sistemas aeroespaciais, computadores e telecomunicações até engenharia biomédica, fornecimento de eletricidade e aparelhos eletrônicos de consumo. 

Para mais informações, acesse: http://www.ieee.org.





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